
Esses dias passei no blog do Cardoso e vi um post que me chamou a atenção: história de namorados. Logo no começo ele menciona que esse post trata-se de um concurso cultural feito pelo Ricardo Cobra para eleger a pior história do dia dos namorados. Até agora tem duas histórias participando do concurso: a do Cardoso, que é um tanto romântica, mas tem um final que justifica a sua participação e a do Thiago Berti, que é mais moderna, no estilo American Pie. Então no concurso temos um cara romântico, um corno (isso mesmo, leia a história do Thiago) e um porco, que logo descobrirão quem é.Então vamos a minha história.
Era começo de namoro, aquele primeiro mês em que você toma banho todo dia, troca de roupa, sempre escova o cabelo e até mesmo escova os dentes na tentativa de passar uma imagem boa para a gatinha. Isso funciona sempre, é batata. Comigo aconteceu o mesmo. Mas como eu era fumante, sempre tentava disfarçar o bafo de cinzeiro chupando bala ou mascando chicletes. Mas eu sempre evitava a maldita bala Freegells (ainda evito) pois ela me dá gases (ainda não sei o motivo). Então, no dia dos namorados, fiz todo o ritual; tomei banho, cortei as unhas, escovei os dentes, tomei uma gelada com meu velho (acho que foi esse o erro) e fui pra casa da minha namorada dar uma conferida. Pô, dia dos namorados é dia de faturar, certo?. Então, o meu erro foi acender um cigarro antes de chegar na casa da mina e, claro, para tentar disfarçar o cheiro de cigarro, chupei a única e maldita bala que me restava, a Freegels Fart Maker. Foi aí que me fodi.
Mal entrei na casa da mina e a barriga já estava cheia. O botox não aguentava mais a pressão. Como era começo de namoro, cometi o erro de não pedir pra ir no banheiro. Pensei comigo: Seja macho, segure. É só um peidinho. Que cagada! Nunca vou esquecer. O rala e rola começou. Quando estávamos acasalando, no momento em que os dois estão virando o olho de tesão, o meu toba me traiu. Foi o fim. A pressão de saída foi tanta que parecia que minha bunda estava batendo palmas. Isso acabou com o clima na hora, e por um tempo depois disso ainda ficava a insegurança. O que era pra ser uma noite de sexo, amor e romantismo, tornou-se no pior encontro da minha vida. O silêncio foi a pior parte. Vou falar o que?
– Desculpe amor, escapou.
Porra, escapar um peidinho até que vai, mas um daqueles que seus amigos ficariam com inveja? Se eu solta-se uma bufa dessa na frente da galera, com certeza seria aplaudido. Mas fazer isso junto com a mina, no dia dos namorados é demais né. Bom, ainda bem que isso nunca mais se repetiu. Isso por que nunca mais chupei as malditas balas Freegells. E essa é a minha história. Se você for blogueiro é quiser ganhar um livro pra enlouquecer (de tesão, não de raiva) uma mulher na cama, participe do concurso Eu quero ganhar o livro “177 Maneiras de enlouquecer uma mulher na cama” oferecido pelo Blog do Cobra.