Nunca fui fã dessa mulher. Não gosto de suas músicas e nunca achei ela bonita. Sério. Mas, gosto é gosto e não se discute.
Essa semana apareceram algumas fotos da Madona magra pra caramba, com aparencia de doente. Junto com ela estava sua filha bigoduda que espero que não siga os paços passos da mãe.
Pelas fotos, dá pra dizer que a Madona está no mesmo caminho de Amy Winehouse, a cantora porra loca da Inglaterra. Esse ano teremos vários funerais.
Lembro como se fosse hoje. Era uma sexta feira também, final do mês, tempo frio em Curitiba. O salário de estagiário já estava na conta. Por e-mail, tratava com o meu assessor de Zona, Franga Assada, onde iríamos tomar uma gelada e consequentemente decidir qual seria a balada da noite.
Onde tudo começou
Saímos mais cedo da faculdade e passamos no bar do Altair para fazer o esquenta antes da balada. Para a minha surpresa, no bar tinha algumas pervas que o Franga conhecia de outros carnavais. Todas com caras de putas sem vergonha. Pervas de primeira linha. Uma delas tomava Martini como se fosse água. Essa era a perva principal. Meus amigos, Franga e Guimba, já tinham tentado faturar a mina e não conseguiram por pouco.
Na mesma hora a perva principal senta na nossa mesa e trás consigo duas minas que juntando dava uma bem grande. Duas gordinhas que deveriam pesar uns 220Kg juntas. Então, estávamos 3 a 3(Franga, Guimba e eu - a Perva principal e as duas gordas). Não era o esquema ideal sendo que dois dos camaradas teriam que se arriscar com as gordas. Então resolvemos ficar só tomando a cerveja e combinando um lugar pra ir, quando a perva magrinha e mais gostosinha disse: “Hoje é meu aniver, vamos lá em casa encher a cara? Só estou esperando umas amigas virem aqui pra gente ir.” Quando ela terminou de falar eu perguntei: “Essas suas amigas… são gostosas?”. Ela deu um sorrisinho e disse que dava pra pegar firme. Pronto, a mina me ganhou nessa frase.
Preparativos
Corremos no mercado comprar cerveja e vinho pra levar na casa da Perva magrinha. A cerveja era pra nós e o vinho pras pervas. Embebedar perva com cerveja sai muito caro hoje em dia. O negócio era mandar na guela delas alguma coisa barata, doce e de efeito rápido. Como elas não curtiam pinga, foi vinho mesmo.
No mercado, a Perva principal brigou com as gordas e elas foram embora. Como já haviamos comprado as bebidas, resolvemos ir mesmo assim na casa da desgraçada. Segundo ela, ainda iriam algumas amigas para a “festa”.
A casa da Perva
A perva principal era gostosinha. Cara de safada, mas não era do tipo de mulher bem feminina. Meio largadona. Com isso, deduzimos que a casa seria o mesmo. Cheguei a comentar: “Porra, imagina a casa dessa guria. Deve ser uma zona.” Queimei a lingua bonito. A lazarenta morava em uma mansão. Nunca tinha entrado em uma casa tão grande e bonita. Casa com 3 andares, piscina, churrasqueira enorme, ou seja, a casa perfeita para fazer uma zona ou filme pornô. Concluímos na mesma hora que a lazarenta não passava de uma riquinha porra loca.
A festa
Quando entramos na casa da porra loca percebemos que eramos os únicos convidados da “festa”. Que merda. Então o Franga acendeu a fogo para assar carne e a perva dona da casa disse que o seu irmão estava trazendo umas minas e tinha mais uma amiga vindo. Ficamos animados e começamos a ter esperança denovo.
Depois de uns 10 minutos bebendo chegou o irmão com as minas e a amiga dela. Caralho, nunca tinha visto algo parecido na minha vida. O irmaõ dela, com uma puta casa daquela, trouxe um carro cheio de gordas. E a amiga da Perva, pra variar, também era gorda. Fudeu né. Pra fuder mais ainda, chegou o namorado véio da Perva principal.
Chamei meus amigos para traçar a estratégia de fuga: “Vamos tomar toda a cerveja, jogar alguém na piscina e depois, vamos chavecar umas putas na zona”. Obviamente, comecei a ficar bêbado. Com isso, a gorda amiga da perva, ficou mais bonita e sexy. Sério, a gordinha me deixou com tesão. O coração batia forte e a mina nada de colaborar. Meus amigos vendo aquela situação degradante, tiraram algumas fotos para zoação posterior e depois resolveram me tirar da casa.
Indo para a Zona
Já dentro do carro, indo embora, tive um diálogo com o meu assessor:
Sir Bira Jones: Porra Franga, tô apaixonado pela gorda. Cerveja é foda… burp!
Franga Assada: Nem me fale Bira. Não peguei ninguém. Tô afim de ir na zona.
Sir Bira Jones: Não me diga! Simbora então viado. Hoje vamos pegar umas primas.burp!
Maldita hora que eu fui escutar um conselho do Franga. De qualquer forma eu não tinha alternativa: era sexta-feira, estava bêbado, tinha dinheiro no bolso e muito amor pra dar.
Rodamos uma meia hora pra encontrar a Zona. Quando passávamos na frente da Zona o Franga mostrava todo o seu conhecimento sobre o local. Parecia um guia turístico: “Aqui já veio a Vivi Fernandes, Gretchen e a filha dela.” O cara conhecia todas as zonas de cabo a rabo. Resolvemos entrar em um que ele conhecia bem.
Fechando a noite
Dentro da zona me sentia um Rei. Na verdade, já tinha ido em algumas zonas antes, mas nunca tinha pagado efetivamente pelos serviços das moças. Sempre tentava passar o migué nelas, mas nunca dava certo. Menos de um minuto dentro do estabelecimento, chegam duas baitas! Nossa, aquilo fez eu esquecer a paixão pela gordinha em questão de segundos. As mulheres eram boas pra caramba.
Prima 01: Oi gatinho, tá afim de fazer um programa.
Sir Bira Jones: Hehehe… Hehehe… - eu parecia um retardado. Nunca uma mulher tão gostosa tinha falado comigo.
FrangaAssada: O Bira, pra conversar com as minas tem que pagar uma dose.
Sir Bira Jones: Dose? Manda vir uma água então. Não quero mina bêbada não.
Franga Assada: Não mané, tem que pagar Wisque pra elas.
Sir Bira Jones: Nem fudendo. Vamos fechar logo pra não ter que pagar nada.
E foi a partir daí que eu tive a pior experiência de sexo da minha vida. Eu pensei que teria a melhor noite de sexo selvagem por se tratar de uma PRO. Tomei bonito.
Depois das primas passarem a conversa em nós, fechamos e programa e fomos para os quartos. O Franga, malandro e macaco velho, já tinha as manhas de como tratar uma profissional. Mas eu, piazão de família, não tinha nem idéia da malandragem delas.
Nem bem entramos no quarto e a mina já pediu o dinheiro. Logo após confirmou: “É só por uma hora hein gatinho”. Nossa, aquela voz me deixava com mais tesão ainda. Quando a cadela pegou a grana na mão, a coisa mudou de figura e a malandragem começou. Pra tirar a roupa a perversa levou 30 min. Começou a reclamar da vida, falou que tinha filhos pra criar e o caralho a quatro. Meu tesão estava indo embora, mas como tinha pagado, resolvi finalizar a lazarenta nos 30 min que restavam.
Quando o bicho pegou mesmo, ela mostrou todo o seu profissionalismo:
Prima 01: Ai, goza..uhhh… vai, goza…
Sir Bira Jones: Mas que caralho. Não faz nem 5 minutos…. Calma porra!
Prima 01: Vai logo… vai… goza.
Sir Bira Jones: Assim não dá caralho. Cala a boca porra!
Prima 01: Não me manda calar a boca seu filho da puta. - imagine uma puta falando isso encima de você.
Sir Bira Jones:….. que é isso princesa… calma… linda - sim meus amigos, afinei pra lazarenta.
E foi assim que eu tive a minha primeira e última experiência com uma profissional do sequiço. Pior do que tudo que já tive. Nunca mais vou cair nessa.
Quando estávamos saindo do quarto encontrei meu assessor e comentei em voz baixa: “Nunca mais eu pego uma puta”. E o Franga solta: “Calma Bira, é a tua primeira vez. Na próxima vai estar mais esperto”.
Posted (Sir Bira Jones) in Pessoal on July-21-2008
Teve uma época em que meu grupo de amigos era um dos mais bem vistos pelas mulheres e muito invejado pelos homens. Faziamos festas todo final de semana, sempre com muita cerveja e mulheres… muitas mulheres. Lembro de uma festa em minha casa onde haviam 2 mulheres para cada homem. Esse foi o auge da nossa galera. A maioria das pervas do bairro já eram nossas conhecidas, saca? Inclusive uma delas levou o apelido de mulher Chico. Sempre quando alguém tentava bimbar, a mina estava de Chico. Era impressionante.
A coisa era boa, mas algumas vezes entrei em furadas por causa dos meus amigos. Os caras me consideravam o guerreiro pois eu pegava o que vinha na frente sem frescura. É claro que eu tinha meus critérios de escolha: se tivesse com o coração batendo, eu pegava. Era necessário ter um pouco de cachaça pra me deixar mais valente. Meus camaradas acostumaram a me chamar para completar o time. Sempre rolava aquele papo de mulher fresca: “Ai, você não tem um amigo pra minha amiga?”. Pronto, adivinha pra quem os caras ligavam? Isso mesmo meus amigos, era o Bira que tinha que resolver a bronca. E eu resolvia, com a maior vontade do mundo. Mas teve uma vez que tive que deixar na mão. Foi no caso Tina!
Tina, muito além da imaginação
Sabadão, 22:40 e eu assitindo Discovery. Sem grana pra ir pra balada. Frio congelante de Curitiba. Nâo tinha nada pra fazer e na época estava sem internet em casa. Já tinha programado na Sky pra assistir o Sexy Time do Multishow quando o celular toca:
Japoneis: E aí Vassora, firmeza?
Sir Bira Jones: Dae bacana, tranquilo. Qual é a boa?
Japoneis: Estamos aqui na casa do Ribão. Tá ligado aquela mina da semana passada? Então, ela trouxe umas amigas. Tá afim?
Foi o mesmo que oferecer um copo de água para um cara que está morrendo de sede. A oferta era irrecusável. Em 10 minutos me arrumei e fui correndo na casa do Ribão que ficava a 5 quadras da minha casa.
A casa do Ribas, breve histórico
A casa do meu amigo Ribas era uma das mais visitadas do bairro e quase todas as moças do bairro já tinham passado por lá. Os moradores eram Ribas, Jajá e Pit Bitoca, este último o cabaço e voyeur. Essa casa era o nosso ponto de encontro. Casa de macho sem frescura. Caindo aos pedaços, pintura descascando, portas sem trincos etc. Em todo o tempo que freqüentei a casa, só encontrei cabeça de porco, cerveja e pinga na geladeira. Era o nosso motel de graça. Era também onde fazíamos os nossos churrascos que sempre terminavam de manhã.
Cheguei na casa do Ribão ofegante. Dei uns jatos de Berotec (remédio pra bronquite), acendi um cigarro e entrei na casa. Estava ansioso para conhecer quem seria a sortuda que teria uma noite com o mestre latino do Amor, Bira Jones. Cheguei cumprimentando todo mundo e fazendo pose de gostosão. Estava sorridente e fui simpático ao extremo com as pervas. Queria passar uma boa impressão.
Comecei a observar o ambiente e percebi que todos já estavam arranjados. Faltava uma mulher quando uma das minas falou: “A Tina está no banheiro, ela já vem aí.” Logo em seguida meus amigos começam a tirar sarro tipo “vai pegar firme hoje hein” ou “essa é pra casar” e coisas do tipo. Meu desconfiometro entrou em alerta máximo, mas foi tarde demais. A Tina saiu do banheiro. Cilada!
No momento que Tina sai do banheiro mostrando sua barriga com cicatriz de perfuração a bala (levou uns três tirambaço de 38) meu sorriso começa amarelar e o meu humor muda completamente, assim como a minha simpatia. Cilada do caralho. Tomei com esses sacanas.
Meus amigos ficavam segurando o riso e as minas também. Pensei comigo: “Cambada de filhos da puta. Espero que engravidem essas pervas do caralho.” Mas, como sou um cara camarada, aceitei as provocações e continuei tomando cerveja. Logo a tiração de sarro parou e começamos a conversar normalmente.
Lá pelas 2h da manhã a galera começou a ir para os quartos para dar um trato na muilherada. Mais do que rápido me levantei também pra ir embora. Quando anunciei deu merda:
Sir Bira Jones: É isso aí seus arrombado. Estou indo.
Japoneis: Fica aí mané! Dorme aí na casa do Ribas. Não dá nada.
Sir Bira Jones: Nem fudendo. Vai que a Tina tenta me agarrar.
Japoneis: Ahhh pare meu! Até que ela é bonitinha. Pare de se fazer.
Sir Bira Jones: Bonitinha!? Essa mina tem cara de traficante. Já deve ter puchado cana. Nem fudendo. Tô indo.
Nesse momento aqueles que tiravam sarro de mim estavam com o sorriso amarelo. As minas só poderiam ficar na casa se a Tina tivesse acompanhante. Eu ainda acho que ela era cafetina das desgraçadas. Os meus amigos ficaram me enchendo o saco pra ficar e as amigas da Tina enchendo o saco dela quando escutei: “Se eu não como, ninguém come.” Foi o fim da picada. A mulher era feia, arrebentada, levou tiro, tinha cara de traficante e ainda vinha com essa história de “comer” homem. Nessa hora comentei em voz baixa:
Sir Bira Jones: Olha aí seus puto. A mulher quer comer a minha bunda.
Japoneis: Capaz Vassora. Isso é gíria das minas.
Sir Bira Jones: Que se foda. Vou embora antes que essa mulher tente me arrombar.
É claro que eu sabia que aquilo era um modo de falar entre as mulheres, mas mesmo assim me fiz de mané pra sair o mais rápido da situação. Fiquei com fama de bundão com as outras por um tempo mas pelo menos não agarrei a Tina. Meus amigos conseguiram convencer a Tina a ficar na casa depois de embededar ela.
Hoje estou vacinado contra esse tipo de cilada. Já passei por muitas e sempre me dei mal justamente porque pensava com o cacete. Também tenho que dizer que era ingênuo na época e não sei porque, quando me convidavam para estes churrascos, sempre achava que teria uma linda ninfa me esperando para desfrutar do meu intenso amor.
Posted (Sir Bira Jones) in Real life on July-17-2008
Uma das coisas que eu mais odeio é a malandragem. Essa cultura de querer se dar bem passando os outros pra trás não me agrada nem um pouco. Malandro, na minha opinião, tem que se foder, sem piedade. Mas não confundam malandragem com espertize. Quando a lei seca entrou em vigor, alguns donos de bares e baladas aqui de Curitiba resolveram alugar Vans para levar seus clientes para casa. Isso eu chamo de espertize. Tentar se adequar ao meio em que está da melhor maneira possível. O problema é tentar se adequar ao meio utilizando de malandragem.
Semana passada recebi um e-mail ensinando como burlar o bafômerto. Fiquei curioso em saber qual técnica os caras tinham encontrado para burlar o aparelho. Todos sabem que isso é impossível. Em um breve momento acreditei que no e-mail teria aquelas lendas urbanas tipo: comer creme dentalpara burlar o bafômemtro, chupar halls, bala de canela com coca caola, tomar água com gás entre outros. Para a minha surpresa, no e-mail não tinha nada disso. O autor desse e-mail tratava de esteriótipos e dizia que ao colocar um adesivo religioso no carro, nunca era parado em nenhuma blitz. Segundo ele, os guardas identificam o adesivo religioso e acham que por se tratar de uma pessoa religiosa, não teria consumido bebida alcoólica. Com isso os guardas perdem o interesse levando em conta que não vão poder levar nenhuma grana com a abordagem.
Esse e-mail realmente me deixou intrigado não só pelo fato de ter pessoas pensando em burlar o sistema. O que me deixou intrigado foi o fato de ter malandragem dos dois lados. O motorista tenta enganar os guardas colocando um simples adesivo e por sua vez, os guardas estão loucos para pegar qualquer um com um mínimo de álcool no sangue para tentar tirar um por fora.
Como diz Bezerra da Silva: Malandro é malandro e mané é mané.
Posted (Sir Bira Jones) in Comédia, Vídeos on July-15-2008
Esse vídeo abaixo lembra muito o cachorro que temos aqui em casa, o Bitchintcho. O cachorro é um desgraçado que morde todo mundo. Dá uma olhada na foto capeta.
Pô galera, esse final de semana fiz programão de piazão de prédio: fiquei em casa tomando cerveja e jogando Hitman. Finalmente fechei aquela merda. Jogo tesão pra caralho. Mas o motivo desse post não é contar sobre o meu final de semana e sim fazer uma pesquisa entre vocês leitores desse blog fudido: gostaria de saber de vocês pedreiros, se escolheriam entre futebol ou volei de praia como jogo para acompanhar no fim de semana tomando uma gelada. Juntei um material bem bom para ajudá-los na tomada de decisão.
Analisem com calma todas as fotos e no final me digam o que preferem: assistir voley tomando uma gelada ou assistir futebol tomando uma gelada.
“Rock não é música não, é um comportamento, uma atitude.”
Neste dia 13 de julho, comemora-se O Dia Mundial do Rock, instituido em 1985, quando foi realizado o festival Live Aid, que arrecadou fundos para as vítimas da fome da Etiópia. Organizado pelo músico Bob Geldof, o festival aconteceu na Inglaterra e nos Estados Unidos. Entre as atrações do festival estavam: BB King, Phil Collins, Dire Straits, Queen, David Bowie, Black Sabath e U2. Em 2005, o festival recebeu o nome de Live 8 e aconteceu nos países integrantes do G-8 e na África do Sul. O festival pedia para que os países credores perdoassem a dívida dos países africanos afetados pela fome. Entre os artístas que participaram do festival em 2005 estavam: REM, Paul McCartney, Pink Floyd, Coldplay, Elton John e Bon Jovi.
Mas essa estória começa a muito tempo atrás.
Era uma vez, dois caras que não tinham nada pra fazer, no início da década de 30, sem guerra para dar uns tiros, sem mulheres dançando o créu no Gugu, sem Gugu - bons tempos aqueles - fizeram a primeira guitarra elétrica, essa por sua vez deu origem ao primeiro blues elétrico, ambalado agora sim pela 2ª Guerra, em 1945 por um tal de Wild Bill que abençoado fez uma pira lá, que ele chamou de Rock and Roll.
Aí meu amigo, virou aquele rolo. Surgiu Bill Halley, Chuck Berry e até um tal de Elvis Presley. O primeiro brasileiro a escrever um rockzinho foi Cauby Peixoto em 1957. Junto veio Roberto Carlos, Surf Music, Beach Boys, Beatles, Bob Dylan, Rolling Stones, uma época eletrizante. Seria como se na F-1, Senna, Mansell, Prost, Schumacher, Hamilton, Massa e Rubinho - não, Rubinho não - surgissem na mesma época pra dividir as pistas. Assim era com os palcos.
Em 68 um hino de motoqueiros, virou um estilo, o Heavy Metal. Nesse ano surge Led Zeppelin. No Brasil a galera se dividia entre Jovem Guarda, MPB e Bossa Nova. Aqui a novidade eram os Mutantes, quando a Rita Lee ainda era gatinha.
Então misturatam tudo isso aí, com um bando de doido hippie, e inventaram uma festinha de 3 dias chamada Carnaval. Mentira, uma festinha com 400 mil convidados, tudo louco que chamaram de Woodstock Music & Art Festival. Janis Joplin estava lá, Jimmi Hendrix tambem.
Em 1970 mais um estilo, o Punk Rock, Brasil Tri-Mundial, bandas acabando - Beatles - outras começando - Black Sabbath. Aí caro leitor e ouvinte da Radio & Rock, morreu gente pra caramba, por exemplo, Janis Joplin e o Jimmi Hendrix foram pro Vinagre, mas curtiram o Woodstock. Em 71, John Lennon lança seu primeiro álbum e fez grande sucesso na carreira solo. The Who também estava no auge, assim como Pink Floid em 73. Logo apareceram AC/DC, Queen e Kiss para os gringos aplaudirem, enquanto Raul Seixas, pai do rock por aqui esta no terceiro disco dividindo aplausos com Marcelo Nova e Secos e Molhados.
Então outros caras morrem - tipo Elvis - outros festivais acontecem e bandas como U2, Sex Pistols e Iron Maiden iniciam. O Punk Rock domina e no Brasil não é diferente com o Aborto Elétrico despontando no fim da década de 70.
Os anos 80 começam mucho loco no mundo do rock, John Lennon leva um tirambasso de um cara que lia um livro, Garotos Podres, Ratos de Porão agitam o punk rock metal ganha força com o início da Sepultura. Surge também Ira, Blitz, Ultraje, Cazuza com Barão, Camisa de Vênus, Paralamas, Engenheiros, Bidê ou Balde enfim, tem muito mais, na verdade tudo o que é rock hoje é dessa época. Em 1985 acontece o primeiro Rock in Rio com Iron Maiden, AC/DC, Queen, Rod Stewart entre outros. Logo depoism RPM lança seu primeiro disco e ainda tem Titãs, Metallica, Legião, Capital e tal e tal.
A década de 90 o estilo Grunge rouba a cena, misturando metal e funk com o Red Hot Chilli Pepers, Radiohead, Oasis, Nirvana, Pearl Jam e Alice in Chains. Em 1991, o Rock in Rio trouxe o Guns n’ Roses, Megadeath, Judas Priest e Sepultura. Aparecem com um rock meio baião os Raimundos.
Aí morreu mais uns caras, como Kurt Kobain, e aí jovem, além de Foo Fighters nada de mais aconteceu no rock and roll.
Quem não morreu, viveu feliz para sempre curtindo um rock. Muita coisa nova e muita coisa boa está vindo da nova geração na Europa e Estados Unidos, todos influenciados pelos grandes aqui citados. Por aqui a coisa anda bem fraca. NX Zero. Por favor!
Adriano Oliveira tem 24 anos, é estudante de Publicidade, entende muito de Rock e comanda o programa Radio & Rock, na Cafelândia FM.