Lembro como se fosse hoje. Era uma sexta feira também, final do mês, tempo frio em Curitiba. O salário de estagiário já estava na conta. Por e-mail, tratava com o meu assessor de Zona, Franga Assada, onde iríamos tomar uma gelada e consequentemente decidir qual seria a balada da noite.
Onde tudo começou
Saímos mais cedo da faculdade e passamos no bar do Altair para fazer o esquenta antes da balada. Para a minha surpresa, no bar tinha algumas pervas que o Franga conhecia de outros carnavais. Todas com caras de putas sem vergonha. Pervas de primeira linha. Uma delas tomava Martini como se fosse água. Essa era a perva principal. Meus amigos, Franga e Guimba, já tinham tentado faturar a mina e não conseguiram por pouco.
Na mesma hora a perva principal senta na nossa mesa e trás consigo duas minas que juntando dava uma bem grande. Duas gordinhas que deveriam pesar uns 220Kg juntas. Então, estávamos 3 a 3(Franga, Guimba e eu - a Perva principal e as duas gordas). Não era o esquema ideal sendo que dois dos camaradas teriam que se arriscar com as gordas. Então resolvemos ficar só tomando a cerveja e combinando um lugar pra ir, quando a perva magrinha e mais gostosinha disse: “Hoje é meu aniver, vamos lá em casa encher a cara? Só estou esperando umas amigas virem aqui pra gente ir.” Quando ela terminou de falar eu perguntei: “Essas suas amigas… são gostosas?”. Ela deu um sorrisinho e disse que dava pra pegar firme. Pronto, a mina me ganhou nessa frase.
Preparativos
Corremos no mercado comprar cerveja e vinho pra levar na casa da Perva magrinha. A cerveja era pra nós e o vinho pras pervas. Embebedar perva com cerveja sai muito caro hoje em dia. O negócio era mandar na guela delas alguma coisa barata, doce e de efeito rápido. Como elas não curtiam pinga, foi vinho mesmo.
No mercado, a Perva principal brigou com as gordas e elas foram embora. Como já haviamos comprado as bebidas, resolvemos ir mesmo assim na casa da desgraçada. Segundo ela, ainda iriam algumas amigas para a “festa”.
A casa da Perva
A perva principal era gostosinha. Cara de safada, mas não era do tipo de mulher bem feminina. Meio largadona. Com isso, deduzimos que a casa seria o mesmo. Cheguei a comentar: “Porra, imagina a casa dessa guria. Deve ser uma zona.” Queimei a lingua bonito. A lazarenta morava em uma mansão. Nunca tinha entrado em uma casa tão grande e bonita. Casa com 3 andares, piscina, churrasqueira enorme, ou seja, a casa perfeita para fazer uma zona ou filme pornô. Concluímos na mesma hora que a lazarenta não passava de uma riquinha porra loca.
A festa
Quando entramos na casa da porra loca percebemos que eramos os únicos convidados da “festa”. Que merda. Então o Franga acendeu a fogo para assar carne e a perva dona da casa disse que o seu irmão estava trazendo umas minas e tinha mais uma amiga vindo. Ficamos animados e começamos a ter esperança denovo.
Depois de uns 10 minutos bebendo chegou o irmão com as minas e a amiga dela. Caralho, nunca tinha visto algo parecido na minha vida. O irmaõ dela, com uma puta casa daquela, trouxe um carro cheio de gordas. E a amiga da Perva, pra variar, também era gorda. Fudeu né. Pra fuder mais ainda, chegou o namorado véio da Perva principal.
Chamei meus amigos para traçar a estratégia de fuga: “Vamos tomar toda a cerveja, jogar alguém na piscina e depois, vamos chavecar umas putas na zona”. Obviamente, comecei a ficar bêbado. Com isso, a gorda amiga da perva, ficou mais bonita e sexy. Sério, a gordinha me deixou com tesão. O coração batia forte e a mina nada de colaborar. Meus amigos vendo aquela situação degradante, tiraram algumas fotos para zoação posterior e depois resolveram me tirar da casa.
Indo para a Zona
Já dentro do carro, indo embora, tive um diálogo com o meu assessor:
Sir Bira Jones: Porra Franga, tô apaixonado pela gorda. Cerveja é foda… burp!
Franga Assada: Nem me fale Bira. Não peguei ninguém. Tô afim de ir na zona.
Sir Bira Jones: Não me diga! Simbora então viado. Hoje vamos pegar umas primas.burp!
Maldita hora que eu fui escutar um conselho do Franga. De qualquer forma eu não tinha alternativa: era sexta-feira, estava bêbado, tinha dinheiro no bolso e muito amor pra dar.
Rodamos uma meia hora pra encontrar a Zona. Quando passávamos na frente da Zona o Franga mostrava todo o seu conhecimento sobre o local. Parecia um guia turístico: “Aqui já veio a Vivi Fernandes, Gretchen e a filha dela.” O cara conhecia todas as zonas de cabo a rabo. Resolvemos entrar em um que ele conhecia bem.
Fechando a noite
Dentro da zona me sentia um Rei. Na verdade, já tinha ido em algumas zonas antes, mas nunca tinha pagado efetivamente pelos serviços das moças. Sempre tentava passar o migué nelas, mas nunca dava certo. Menos de um minuto dentro do estabelecimento, chegam duas baitas! Nossa, aquilo fez eu esquecer a paixão pela gordinha em questão de segundos. As mulheres eram boas pra caramba.
Prima 01: Oi gatinho, tá afim de fazer um programa.
Sir Bira Jones: Hehehe… Hehehe… - eu parecia um retardado. Nunca uma mulher tão gostosa tinha falado comigo.
Franga Assada: O Bira, pra conversar com as minas tem que pagar uma dose.
Sir Bira Jones: Dose? Manda vir uma água então. Não quero mina bêbada não.
Franga Assada: Não mané, tem que pagar Wisque pra elas.
Sir Bira Jones: Nem fudendo. Vamos fechar logo pra não ter que pagar nada.
E foi a partir daí que eu tive a pior experiência de sexo da minha vida. Eu pensei que teria a melhor noite de sexo selvagem por se tratar de uma PRO. Tomei bonito.
Depois das primas passarem a conversa em nós, fechamos e programa e fomos para os quartos. O Franga, malandro e macaco velho, já tinha as manhas de como tratar uma profissional. Mas eu, piazão de família, não tinha nem idéia da malandragem delas.
Nem bem entramos no quarto e a mina já pediu o dinheiro. Logo após confirmou: “É só por uma hora hein gatinho”. Nossa, aquela voz me deixava com mais tesão ainda. Quando a cadela pegou a grana na mão, a coisa mudou de figura e a malandragem começou. Pra tirar a roupa a perversa levou 30 min. Começou a reclamar da vida, falou que tinha filhos pra criar e o caralho a quatro. Meu tesão estava indo embora, mas como tinha pagado, resolvi finalizar a lazarenta nos 30 min que restavam.
Quando o bicho pegou mesmo, ela mostrou todo o seu profissionalismo:
Prima 01: Ai, goza..uhhh… vai, goza…
Sir Bira Jones: Mas que caralho. Não faz nem 5 minutos…. Calma porra!
Prima 01: Vai logo… vai… goza.
Sir Bira Jones: Assim não dá caralho. Cala a boca porra!
Prima 01: Não me manda calar a boca seu filho da puta. - imagine uma puta falando isso encima de você.
Sir Bira Jones:….. que é isso princesa… calma… linda - sim meus amigos, afinei pra lazarenta.
E foi assim que eu tive a minha primeira e última experiência com uma profissional do sequiço. Pior do que tudo que já tive. Nunca mais vou cair nessa.
Quando estávamos saindo do quarto encontrei meu assessor e comentei em voz baixa: “Nunca mais eu pego uma puta”. E o Franga solta: “Calma Bira, é a tua primeira vez. Na próxima vai estar mais esperto”.
Ahã. Nunca mais.


