Régis, esse é o cara

19, June, 2009
Postado na categoria Comédia, Vídeos

Fiquei no chinelo pro Régis. Esse é o cara. Batuta de BrokeBack Mountain RS prova viva de um cabra que sabe seduzir. É um guerreiro. É um mito na arte da conquista. “Deixa um scrap”. Que cara! Sedutor nato. Prova que nem todo gaucho é viado. Viado ele deve pegar só pra dizer que é mais macho ainda.

“Rá… você por aqui”. O repertório de frases dele não acaba.

“Mas que surpresa, pode entrar!”

“Errr… sabe… como é que a gente vai sonhar que os nossos destinos estariam tran… traçados no mundo virtual, não é?”

Meus amigos… esse é o Régis.



Algumas vezes eu merecia levar uns “cróck”

15, June, 2009
Postado na categoria Lá vem História

Melhor dizendo, eu merecia levar uns cascudos. (Não sei de onde tirei “cróck”, mas acho que tinha o mesmo sentido que cascudo na quinta série). No mínimo umas bicudinhas pra deixar de ser metidinho.

Essa semana do feriado do dia dos namorados, ou Corpus Jesus Craist, saí quase todos os dias com um amigo mais bicha que o viado careca, que também pediu para não ter o seu nome veiculado neste blog. Tudo bem, não querem entrar para a história. Paciência! Mas isso eu conto em outro post. O que me levou a escrever isso foi as inúmeras vezes que tive vontade de dar um “cróck” em alguns manés na balada. Sempre tinha um cara me empurrando, me olhando de cara feia ou qualquer outra coisa que me deixasse bravo. Até comentei com o meu camarada chupador de rola que eu já tinha feito umas dessas na balada também e nessa conversa consegui lembrar de 3 hitórias: Franceses do Aoca, Bombado do Cross Roads e Malandrão no Vox. As 3 hitórias vocês conferem a seguir.

Franceses no Aoca

Teve uma época em que eu vivia indo nesse bar. Ninfas da UFPR e cerveja barata. A combinação ajudava para o meu estado deplorável no fim da noite. Algumas vezes saí agarrado com dragões, outras vezes fui a pé pra casa e outras vezes comi cachorro quente de 1 real. Nada fora do normal para um cara que curte balada e toma cerveja.

Em uma dessas vezes estava com minha camera fotográfica, tirando umas fotos pra colocar aqui no blog. Já estava daquele jeito: suando e assoprando palavras. Tirei foto de todo mundo. Em um momento, quando estava tirando foto da geral, um mané colocou a mão na frente da camera. Fiquei normal, mas quando fui tirar outra foto, o cara fez denovo:

Sir Bira Jones: O maluco. Para de zoar!

Francês Loke: ….

Amiga do Francês: Ele não é daqui… é gringo.

Parei 10 minutos para lembrar de alguma palavra em inglês:

Sir Bira Jones: Hey…… hã….. stop… fucking my photos, ok?

Francês Loke: ……. – ficou com cara de cu.

Amiga do Francês: Ele é francês, não entende nada em inglês. É bolsista da Federal.

Sir Bira Jones: Você entende francês?

Amiga do Francês: Sim…

Sir Bira Jones: Então pede pra esse viado parar de zoar as fotos. Cara chato!

A guria passou a letra pro Francês, que deve ter retrucado me xingando. Na verdade nunca vou saber, mas fiquei macho. Comecei a pensar coisas idiotas que só fazem sentido quando estamos bêbados. Obviamente fiquei encarando o intercambista drogado, mas o cara me ignorou e eu fiquei somente com o ego de bêbado magoado. Queria uma briga, e o Francês se mostrou superior apenas ignorando minhas provocações. Como vocês devem ter visto, eu deveria ter apanhado, mas não levei nem um safanão.

Bombadinho do Cross Roads

Saca a mistura: whike, chopp barato e rock. Tava loco pra caralho e tirando foto de todo mundo, mais uma vez. Era aniver de uma amiga. Eu estava tirando umas fotos delas com a galera que tinha comparecido. Do nada apareceu o bombado, que ninguém conhecia, querendo tirar fotos:

Bombado: O mané, tira uma foto com a gatinha aqui.

Sir Bira Jones: Opa, certeza truta….

Eu tirei a foto, mas tirei o cara da foto. No enquadramento ele não aparecia, só a minha amiga.

O bombado ficou puto:

Bombado: Tá me zoando! TA ME ZOANDO SEU PAU NO CU?

Sir Bira Jones: Huahauhauuha…. to zoando cara. Vai denovo que eu tiro outra…

Bombado: Não interessa, agora você vai apanhar!

Sir Bira Jones: Fica tranquilo cara, eu estava brincando… – com o cu na não. Já estava afinando.

Bambado: Não interessa… agora você VAI APANHAR!!! – macho pra caralho.

Sir Bira Jones: Ah, então vai tomar no cu OTÁRIO!

Nem bem terminei a palavra e senti a mão do cara no meu pescoço. A outra estava no ar, apontada pro meu nariz, quando chegaram os segurança. Dessa vez não tive tanta culpa, mas deveria ter ignorado as provocações do cara, assim como o Francês fez comigo. Mas eu quis peitar o bacana, quase tomei uma camaçada de pau. Tive muita sorte de ter amigos e seguranças por perto. Sem isso com certeza sairia de lá com o nariz quebrado.

Malandrão do Vox

Se tem uma coisa que eu não gosto é de gente furando a fila. Malandro, na minha opinião, tem que levar porrada. Se for mulher eu até deixo passar, mas só se for gostosa e der algum esquema. Caso contrário, vai pro final da fila.

Dessa vez eu estava na fila pra pagar. Final de balada. Estava cansado, bêbado e puto. Recebi um empurrão por trás. Olhei pra trás e uma gostosinha tinha esbarrado sem querer. Me pediu desculpas e ficou por ali. Continuei conferindo a gatinha por uns 10 segundos e quando voltei a olhar pra frente, tinha aparecido um malandrão, do nada. Fiquei mais puto porque antes, nas minha frente, tinha uma gostosona. E agora, tinha esse puto!

Sir Bira Jones: O bacana, saí daí. Tá furando a fila. Vai lá pra trás.

Malçandrão: ….. – Olhou e não disse nada.

Sir Bira Jones: O… O meu! Sai daí…cuzão – empurrei o cara.

Malandrão: Não não… – falando baixo.

Sir Bira Jones: Mas que pau no cu… saí daí porra! – e empurrei o cara denovo.

E ficamos assim, um empurrando o outro pra disputar a fila da cantina. Foi isso que me passou pela cabeça depois. Duas crianças brigando por um lugar na fila.

Assim como nas outras duas ocasiões, merecia levar umas, pelo menos pra deixar de ser metidinho. O bom disso acontecer e não levar nenhuma porrada é poder dar risada depois. Mas se eu tivesse levado umas, teria aprendido.

Nota rápida

3, June, 2009
Postado na categoria Uncategorized

Galerinha, foi mal pelo sumiço. Esta merda aqui não acabou ainda, podem ficar tranquilos. Acontece que ultimamente estou sem saco e principalmente, sem vontade para escrever.
Daqui uns dias eu volto.

Aquele abraço.

Sexta tem promoção

19, May, 2009

Vou pular aquela parte em que mando uma conversinha fiada dando desculpas por falta de atualizações e vou direto ao ponto no post de hoje: zona.

Sexta feira, dia do trabalho, sem nada pra fazer em casa. Recebo uma mensagem do Seu Zé intimando para ir tomar umas, de leve, só pra molhar a garganta. Na sequência intimei outro amigo que aqui chamarei de viado careca, pois não quer mais ter seu apelido veiculado neste magnífico blog.

Fomos no Menina dos Olhos, um barzinho bacana que fica do lado do museu Oscaralho. Normalmente esse bar é lotado de mulheres gostosas, mas nessa sexta estava podre. Tinha um par de véias de um lado, uns caras da facul do outro e mais nada. Uma bosta mesmo. Então, só nos restou beber.

Depois de umas 10 cervejas, já estavamos bem mais alegres e como vocês já sabem, bateu aquela vontade de pegar umas pervas. Mas onde encontrar mulher fácil em um feriado frio e chuvoso, ainda mais em Curitiba? Porra, é óbvio. Na zona.

A idéia veio do Seu Zé. Eu relutei um pouco. Não tenho boas lembranças de zona.  Mas os caras insistiram: “Vamos lá só pra ver mulher e tomar umas”. Ok, me convenceram! Ver as putas dançando e ainda tomar umas cervas era melhor que ficar vendo as véias, que nesse momento estavam mais atraentes.

Quando saímos do bar era mais ou menos meia noite, cedo ainda. Chegamos na zona uns 20 minutos depois e, para a nossa surpresa, eramos praticamente só nós 3 na zona. Tinha mais uns 2 ou 3 perdidos na escuridão. Quando entrei já vi aquela cambada de puta sentada no sofá com cara de cu. Tive a impressão de que elas não gostavam de trabalhar de noite, mas foi só impressão. Fui no banheiro dar uma mijada e quando voltei, Seu Zé e Viado Careca já estavam sentados com as putas. O sofá tinha uns 5 metros, cheio de puta, pra tudo quanto é gosto. Tinha gorda, morena, ninfeta, véia com roupa de novinha etc. Tinha puta saindo pelo ladrão.

Sentei no sofazão e logo chegou uma puta pra cima de mim. Muito gostosa. Toda redondinha. Meus amigos ficaram com inveja pois as putas deles não eram tão boas.

A puta, que não era burra nem nada, começou a passar o xaveco:

Minha namoradinha: Como é o teu nome gatinho?

Sir Bira Jones: Pode me chamar de Jones.

Minha namoradinha: Que nome bonito. Você quer tomar alguma coisa?

Sir Bira Jones: Nós já pedimos um baldinho de ouro com cerveja dentro. Carinho aqui hein!

Minha namoradinha: É que aqui tem show de graça, por isso é caro. E hoje tem uma promoção: se você for la na frente e depilar o saco, granha R$50,00, e se depilar o toba, ganha R$100,00 e ….

Sir Bira Jones: Eta, que é isso?! Depilar o toba? Na frente de todo mundo? Nem fod…

Minha namoradinha: Ahh, mas se fizer pode me pegar de graça.

Sir Bira Jones: Humm, interessante. Me conte mais..conte.

Minha namoradinha: Pra eu ficar mais aqui, você tem que me pagar um drink…

Sir Bira Jones: Tranquilo, tá vindo a cerveja. Bebe junto aí…

Minha namoradinha: Não, não… tem que ser drink da casa…

Sir Bira Jones: E quanto é esse drink?

Minha namoradinha: R$25,00… daí eu posso….

Sir Bira Jones: Nem quero saber. Tá muito caro. Se quiser pode pegar UMA cerva.

Nem preciso dizer que chegou um “garçom” e tirou a minha namoradinha do meu colo. Foda-se, muito interesseira.

Passou mais alguns minutos e chegou mais uma e sentou no meu colo, mas acho que essa era vaqueira. A lazarenta começou a pular sem dó. Como a outra, pediu drink, eu ofereci cerveja e ela foi embora. Depois de uns 30 minutos na zona as moças começaram a nos boicotar. Não queriam mais fazer festinha pra galera. Então o Seu Zé, meninão tarado, furou meu zóio. Pegou a minha namoradinha. Antes de se ausentar ele falou: “Daqui uma hora eu volto”.

Bom, não sei se eu estava bêbado mas o tempo passou bem rápido e pra mim, o cara voltou uns 10 minutos depois com cara de acabado.

Viado careca e eu ficamos assistindo os “shows”, que na verdade, não dava pra ver porra nenhuma. A guria entrava no palco e o cara que comanda o som ligava a máquina de fumaça. Era possível ver apenas alguns vultos no meio de toda a fumaça.

O mais legal de tudo foi perceber que em toda zona, tocam as mesmas músicas e as mais pedidas para fazer shows são as músicas da Madona.

Depois dessa, nunca mais vou em zona. Não se fazem mais zonas como antigamente.

Corinthians campeão paulista 2009 invicto com o gordo

4, May, 2009
Postado na categoria Comédia, Vídeos

Uma singela omenage ao campeão paulista.

tras u esquero Diuma

Agora vejem o vidio.




Timão ehh ohhh.

Desabafo de um namorado arrependido

27, April, 2009
Postado na categoria Porra!

Vez ou outra recebo alguns e-mais que nunca deveriam ser encaminhados para ninguém, muito menos para este Lord que voz escreve. São aqueles e-mais que rodam a internet umas mil vezes e volta e meia aparecem na sua caixa de entrada, as vezes um pouco modificados. Esse ano acho que já recebi por volta de 30 e-mails em que o Arnaldo Jabor mete o pau em alguma coisa. O interessante é ver que nenhum desses 30 e-mails tinham os traços do famoso jornalista. A ladainha é sempre a mesma: desabafo, pedido de doação pra guria que está morrendo a uns 10 anos, abaixo assinado com uns 500 nomes (uma ótima lista para mandar spam) para salvar as geleiras da Argentina, aquela porra de disputa entre cursos universitários com frases idiotas, a resposta do então Senador Cristovam Buarque em uma universidade nos EUA sobre internacionalização da Amazônia etc.

Urgente! Mais um tarado foi iludido por uma super gostosa virgem e acordou em uma benheira cheia de gelo, sem os rins, é claro. Reenvie essa mensagem para todos os seus contatos. Cada mensagem vale 0,10 pila. O dinheiro arrecadado será utilizado para comprar os rins e um toba novo, porque o cara merece.

Quando vejo essas merdas no e-mail, seleciono e mando direto para lixeira, mas esse último me chamou a atenção logo no título: Desabafo de um namorado arrependido. Pensei comigo: quero ver quem foi o puto que escreveu essa merda. Como é de se esperar dessas merdas de e-mails, não estava assinado com o nome da pessoa, no final tinha apenas: Ass, Ex-namorado arrependido.

O texto nem é tão longo, o que facilitou bastante a minha “análise”. Isso mesmo, vou carcar sem dó. Quem não quiser ler um texto cheio de raiva por favor, PARE AQUI.

Vou apenas citar algumas partes para que essa análise não fique muito longa.

Começando pelo título: Desabafo de um ex namorado arrependido.

Ahã, desabafo. Sei. Fico imaginando onde esse arrombado estava quando escreveu essa merda. Alguns lugares me vieram a cabeça: salão de beleza, casa da vó, reuniãozinha com as amigas, petshop, pomar de maçãs. Ah, imagino a maçã escrevendo isso com lágrimas no olhos.

Homem de verdade não desabafa, fala com os truta. Desabafo é coisa de mulher. Homem vai no bar com os camaradas, bota o assunto em pauta e discute enquanto toma cerveja e observa outras fêmeas. Acontece naturalmente, sem esforço. Está no sangue.

O começo da caganeira

Quem transformam as mulheres em galinhas… são os próprios homens¹. Tudo bem. Queremos meninas legais, sexys, taradas, bonitas, inteligentes e boazinhas… Muito fácil falar, pois quando aparece uma assim, de bandeja, a primeira coisa que a gente pensa é: Oba, me dei bem. Ficamos com elas uma vez, duas. Começamos a pensar que essa é a mulher que as nossas mães gostariam de ter como noras².

Se sair um namoro, vai ser uma relação estável. Você vai buscá-la na na faculdade, vocês vão no cinema, num barzinho, vai ter sexo toda a semana… Tudo básico, até virar uma rotina sem graça… Você vai olhar os caras bem vestidos e bem humorados indo pra noite arrasar com a mulherada e vai morrer de inveja. Vai sentir falta de dar aquelas cantadas infalíveis na noite, falta de dar umas olhadas pra uma gata, ou de dar aquela dançadinha mais provocativa na pista³…

1- Tem cara que nasce otário, cresce otário e morre otário. Mesmo que você queira mudar a pessoa, isso só vai acontecer se ela mesmo quiser mudar. Entendeu? Exemplo: seria o mesmo que tentar fazer o autor do texto deixar de dar bunda. Impossível né. O mesmo acontece com a mulher. Não dá pra transformar ela em puta. Ela faz isso sozinha, SE QUISER.

2- Todo mundo quer uma mina gostosa. Todo mundo que é homem. Ser tarada, legal e inteligente ao mesmo tempo, são coisas praticamente impossíveis, mas pode acontecer. E mulher assim não aparece de bandeja, tem que suar a camisa pra pegar, a não se que você tenha alguns facilitadores de conquista (carrão, dinheiro etc). Eu entendi bem, ou o cara pensa na mãe quando está ficando com alguma mina? Coisa nojenta velho. Nojo mesmo.

3- Se sair namoro, beleza. Se não sair, beleza também. Buscar na faculdade, levar no cinema, barzinho e o caralho a quatro? Acostumou a perva mal, agora aguente. Se virar rotina, a culpa é sua.

Agora, olhar caras bem arrumados e humorados saindo pra arrasar? Que porra é essa? Sério, não entendi porra nenhuma. O cara começa falando de mulher e no meio derrapa falando de homens bem arrumados? Morrer de inveja? DANÇADINHA PROVOCATIVA????

Passou dos limites. Na minha opinião, esse puto deveria se decidir se quer Fabiane ou Fabiano.

Vou ter que deixar o restante dessa “análise” para o próximo post porque esse já está longo e gay demais.

A arte de lembrar das pessoas

22, April, 2009
Postado na categoria Lá vem História

Eu sei, estou sumido. Vou pular as desculpas por causa das frequentes faltas de atualização no blog. Não gosto de ficar dando desculpas até porque não vejo isso aqui como um dever, mas sim como uma forma de me divertir. E diversão não é obrigação. E ainda por cima, muita gente melhora o desempenho no trabalho deixando de ler as merdas que escrevo por aqui. Entonces, foda-se!

Hoje enquanto ía na zona efetuar uma cobrança (isso aí, eu sou o único cara que entra na zona pra sair com grana de lá) lembrei de quantas vezes esqueci o nome de umas ficantes na balada por conta da cangibrina. Normalmente, não esqueço o nome das pessoas. Eu costumo assossiar o nome da pessoa de acordo com a sua aparência física, ou alguma coisa marcante que me faça lembrar dela. Por exemplo: conheci uma gatinha na balada com lábios carnudos. Anotei no cel: Marcinha chupeteira, Aoca (nome da balada). Porque colocar o nome da balada? Isso serve pra você lembrar de onde conheceu a perva.

No entanto, isso nem sempre funciona. As vezes a conversa fica boa, rola uns pegas e depois, quando você lembra de pedir o telefone, já não lembra mais o nome da cachorra. O que fazer em uma situação dessas? Improvisar.

Vejam a conversa que tive com uma pequena, depois de tomar umas:

Bira Jones: Me dá o seu tel, gata!

Gordinha: Anota aí blá blá blá blá…

Bira Jones: hummm… deixa eu ver… você tem algum apelido?

Gordinha: Porque? Você não lembra meu nome né?

Bira Jones: Pfff, capaz… é que você é tão lindinha que acho que o seu nome não combina com você. Vou colocar um apelido aqui.

Gordinha: Quero ver… O que? Você colocou gordinha sexy? Eu não sou gordinha!

Bira Jones: Mas é sexy, hã? É claro que é….. sexy… rsrsrs

Gordinha: Você não lembra meu nome. Não acredito!

Bira Jones: Nem você lembra o meu. Estamos empatados…

Gordinha: O seu é Flávio.

Bira Jones: Errr……….. ok, certa resposta. Ganhou uma cerveja! Uhuuu.

Gordinha: Ehhhhh. Agora é a sua vez.

Bira Jones: Vamos brincar de outra coisa.

A conversa depois disso foi longa, mas a gordinha só estava me sacaneando. Obviamente ela já tinha percebido que eu não sabia o nome dela mas mesmo assim continuou a me torturar para dizer o seu nome, coisa que não fiz e ainda culpei a cerveja.

O Funk ainda tem muito pra piorar, ou melhorar :D

15, April, 2009
Postado na categoria Comédia, Vídeos

Depois de ver esse vídeo, percebi que o Funk no Brasil não passa de uma dancinha comportada.

Assistam até o final e depois, passem no youtube para ver os vídeos relacionados. Tem coisa pra caralho.



PS: A dança deve se chamar bate saco.

PS 2: Fiquei imaginando alguém sair dessa “festinha de preliminares” sem comer ninguém. Impossível!

PS 3: Aos 3:15 min aparece um piá tentando “fazer a galinha voar”, sem sucesso.

Isso mesmo senhora, sou ateu

6, April, 2009
Postado na categoria Lá vem História

Huahauhau, olha o pintinho dele!

Eu não sou de discutir religião, futebol e muito menos política. Política as vezes eu entro em algumas conversas, mas normalmente são mais voltadas a economia do que política. O que me deixa puto é quando eu resolvo fazer a cagada de falar que sou Ateu e o bacana fervoroso fica tentando me convencer de que minha escolha é errada e sem sentido. Dizem que sou infeliz, que não tenho amor no coração e mais um monte de coisas que não fazem sentido nenhum pra mim. Normalmente a pessoa me pergunta: “Você acredita em Deus?“, e eu respondo com naturalidade: “Nahhh, sou ateu.” Eu acredito que responder dessa forma seria o mesmo que dar um tapa na cara da pessoa. Fico espantado com a reação delas.

A mais recente foi a de uma senhora que resolveu puxar conversa comigo no consultório. Fui lá pra fazer uma consulta de rotina e verificar que estava tudo bem. O médico atrasou a contulta, a senhora sentou-se do meu lado e comçou a falar sem parar. Até aí tudo bem, pois eu estava apenas emitindo sons de concordância tipo “uhum” “ahhh” “aham” etc. Foi quando ela me perguntou porque estava ali e fui obrigado a interagir:

Fervorosa: Porque você está aqui hoje? Qual o seu problema?

Sir Bira Ateu: Tive um problema respiratório há uns três anos, mas agora já estou belezinha.

Fervorosa: Nooooossa! Deus te salvou!

Sir Bira Ateu: Não, foram os médicos.

Fervorosa: Não não, foi Deus que guiou a mão e orientou os seus médicos. Ele estava lá.

Sir Bira Ateu: Não, foram os médicos e eu estava lá.

Fervorosa: Você não acredita em Deus?

Sir Bira Ateu: Não. Sou Ateu.

A velha arregalou o olho. A resposta deve ter soado como: “Não, eu sou adorador do capeta”. Ficou indignada em saber que eu não tinha Jesus Christ and God no coração. Falou que eu nunca ía ser feliz, que eu tinha que aceitar Deus e… o médico me chamou para a minha consulta.

Fui salvo mais uma vez pelo meu médico.

Placar: Médicos 2 x 0 Deus

PS: A melhor parte em ser ateu é que na sexta feira santa eu posso fazer churrasco e ficar “loco de gole” sem ter peso na conciência.

A santinha do pau oco

30, March, 2009
Postado na categoria Inutilidades, Real life

Vou ser bem direto e realista: mulher que é perva e quer se passar por santa, é muito pior do que a perva assumida. Eu normalmente meto o pau em pervas aqui no blog, justamente por serem pervas, mas pelo menos essas tem um pouco mais de crédito comigo do que as “santinhas“. Essas são pistoleiras desalmadas. Mentem na cara dura e acham que somos otários. Elas acham, mas não somos, pelo menos eu não sou.

Qual das duas é perva?

Quando eu era pequeno, minha avó sempre dizia: “Mentira tem perna curta”. Ditadão popular que sempre nos dizem quando aprontamos alguma e não conseguimos omitir por muito tempo. O interessante é que o tempo passa e algumas pessoas não aprendem, ou pelo menos não se esforçam para que a mentirinha seja mais convincente. Não só a mulhereda gosta de passar o migué, mas os homens também. Eu acho que é até normal isso. Na hora da conquista todo mundo quer parecer mais foda. Ninguém chega falando: “Oi, meu nome é Perva, tenho dois filhos, os dois de pais diferentes, meu ex é presidiário e semana passada eu estava com corrimento”. Além de assustador, não é agradável escutar uma coisa dessas logo de começo, ainda mais a parte da doença. Por isso, a maioria prefere omitir alguns fatos que não acham relevantes na hora de dar uns pegas. O problema é que aos poucos as mascaras caem e aquela imagem que você tinha da pessoa muda completamente.

Foi isso que aconteceu comigo, quando em uma balada, peguei uma gatinha que no começo mostrou-se uma verdadeira mulher para casar. Guria de família, arrotava a todo momento seu sucesso profissional e se dizia mulher caseira. Ou seja, queria mandar um miguezão de que era mulher santa. No começo colou, mas com o tempo a casa caiu.

As contradições foram aparecendo aos poucos. Por exemplo: como uma pessoa que é caseira, que quase nunca sai pra balada, conhece praticamente todas as baladas da cidade? Estranho né. O pior que além das baladas, a pilantra conhecia também quase todos os motéis. Sabia os dias de desconto e ainda falava quais eram os melhores. Pra uma pessoa que nunca sai, que é caseira e se diz santa, como isso é possível? Eu que sou putanheiro não sei de tudo isso, imagina a cachorra.

Em três semanas de pegação, descobri que a mina já tinha sido casada duas vezes, que apesar de ser caseira saía mais do que eu, que ela era mais velha do que tinha me falado entre outras coisas que prefiro nem citar. (ela usava remédio controlado e tinha problemas na cachola)

Mas relevei. Para mim o perfil dela já tinha mudado, com toda certeza. De mulher pra casar, passou a ser perva pra dar umas bimbadas e mais nada.

O mais massa foi a última tentativa dela de mandar um migué em mim. Estavamos no carro, quando rolou aquela pegação básica. Abaixo um trechinho da conversa censurado para não ficar parecendo conto erótico:

Santinha: Estou louquinha pra tocar flauta!

Bira Jones: Uhuu, massa! Por acaso eu tenho uma aqui :D .

Santinha: Mas não quero que você pense que eu sei tocar flauta. Eu nunca fiz isso.

Bira Jones: Sério? huahauah. Beleza, é tranquilo. Coloca a boca é assopra.

Santinha: Ta bom, só vou tocar porque você merece.

Tocar porque você merece? Que conversinha mais sem vergonha! Pra quem não sabia tocar flauta, ela parecia uma flautista profissional, com direito a solo prolongado, se é que vocês me entendem.

Agora vem o pior. Depois de tocar toda a música, a perva solta um comentário:

Santinha: Tá fazendo cócegas agora né?

Bira Jones: Tá sim. Mas como você sabe?

Santinha: É… hummm… uma amiga me disse.

Bira Jones: Ahhh tah.

Fala sério né. Uma flautista de primeira, pra não dizer outra coisa. Mas tudo bem, não julgo mulheres que gostam ou fazem isso, só fico puto com aquelas que querem se passar por santas.