A muito tempo estava programando essa atualização do WordPress, plataforma que mantém esse blog. A minha versão era bem antiga, 2.1.2 e já estava cheia de problema. Então, nesse fim de semana resolvi dar um basta nisso e atualizar o WordPress para a versão 2.3.3. Achei que iria tomar no toba pois, todos sabem que não entendo porra nenhuma de servidores. Para a minha surpresa, tudo correu tranqüilamente e por essa causa resolvi listar aqui os 5 passos que me levaram a obter sucesso absoluto e inquestionável nessa empreitada.
Tenha um amigo que entende de servidores. Mas não é qualquer mané, tem que ser o cara. Daqueles viciados que não acessam sites de pornografia porque podem conter códigos maliciosos.
Seja esperto e lance um desafio: “Duvido que você consiga atualizar o WordPress”. Isso é uma afronta para esses caras viciados. Eles não admitem ser desafiados por um leigo. Então eles tomam o desafio como meta e cumprem com maestria para mostrar a sua superioridade.
Forneça os dados necessários para a empreitada e faça uma pequena ameaça: “Se der merda é porque você é burro”. Pronto. Agora o cara está enfurecido e para mostrar que sabe além disso, vai fazer uma revisão geral pra você no WordPress e instalar uns plugins que ajudarão no desempenho.
Pegue uma cerveja na geladeira, deite no sofá e assista algum filme que esteja passando na TV, de preferência erótico. Sugiro que você descanse pois essas paradas de atualização deixam a pessoa muito cansada.
Depois de umas 2h de sono, volte para o computador e pergunte de 10 em 10 segundos como está. Diga alguma coisa que tenha carater de urgência como: “Porra, estou perdendo visita por sua culpa” ou “Hoje seria o dia que eu ganharia mais dinheiro com adsense, mas por sua culpa isso não vai acontecer“. O que você precisa deixar claro é que ele é o imcopetente. Após esse último passo, abra mais uma cerveja e quando terminá-la, seu WordPress estará atualizado para a versão 2.3.3.
Viram, não tem mistério. Atualização do WordPress é coisa simples. Se eu consegui, você também consegue.
PS: Gostaria de agradecer ao meu amigo Dubs que aceitou o meu desafio e atualizou essa merda.
PS 2: Vocês já devem ter visto esse nome no desafio Sukita.
Posso dizer que essa é a primeira história de carnaval que tenho pra contar. Nunca fui fã dessa merda. Quando era mais novo e não trabalhava, o meu velho soltava uma grana pra meu irmão e eu curtir o carnaval na praia. Eu guardava a grana ou gastava comprando doces, mas não ía pra praia. Dá pra contar nos dedos de uma mão quantas vezes eu passei o carnaval realmente curtindo.
Mas quando você está com amigos e com cachaça na cabeça a coisa muda de figura.
Na noite de sábado dia 02, o Gaiudo, meu amigo de longa data (aquele que estava pegando a mijona no quarto) me convidou para um churrasco em sua casa, juntamente com Waniguer (utilizei um pseudônimo para preservar sua integridade física) e dois integrantes da Jones’s Review Crew, Podja e Junior Brokeback Mountain, este último ainda muito abalado pelo falecimento do comedô. Força parceiro.
O churrasco estava ótimo. Muita cerveja e carne de primeira qualidade. Conversávamos sobre assuntos diversos como teoria da relatividade, economia mundial, playboy, orgias, mulheres que pegamos e dividimos, resumindo, conversa equilibrada e de alto nível. Lá pela 0:00 um deles teve a idéia de terminar a noite em Antonina, cidade essa que tem a fama por seu carnaval tradicional e mais antigo do Paraná. Na hora foi só empolgação. Todo mundo concordou e lá fomos nós em direção à cidade histórica de Antonina. Em questão de 40 min já estávamos no lugar onde passaríamos uma noite inesquecitível.
Antonina em vermelho e Curitiba em amarelho. Menos de um dedo de distância.
A nossa intenção com essa viagem não era a de curtir o carnaval. Isso aconteceu por acaso. Nossa verdadeira intenção era conhecer a história do lugar e a sua cultura, mas por coincidência o carnaval de Antonina acontece em sua principal rua e estávamos procurando justamente essa rua por causa de sua história. Então já que estávamos carregando uma caixa de cerveja para matar a sede, resolvemos unir o últil ao agradável e nos rendemos ao carnaval de merda daquela cidade.
Segundo integrantes da equipe, o carnaval de Antonina reúne o que há de melhor em matéria de curtição e mulher e, ainda segundo eles, as mulheres andam sempre em manadas trajando pouca roupa e distribuindo beijos no atacado e varejo. Infelizmente não foi isso que presenciamos. Ao chegarmos na rua principal onde acontecia o evento, nos deparamos com uma quantidade exagerada de manos. Era mano saindo pelo ladrão. Mulher era raridade e quando avistávamos uma a qualidade deixava a desejar. Só nos restou tomar uma cervejinha pra não secar a garganta e apreciar a beleza histórica do local. Além disso pudemos presenciar de camarote algumas brigas entre os populares da região.
E esse foi o carnaval de Antonina, sem mais nem menos. Uma bosta. Só mulher feia e mano se tramando na porrada. Infelizmente não tenho mais nada a adicionar devido ao problema de memória causado pelo ar daquela cidade. Ou será que foi a cerveja que me fez perder a memória e gorfar? Realmente não lembro, mas nunca culparei a cerveja.
Update: Confira abaixo um clip dos melhores momentos da Jones’s Review Crew no Carnaval de Antonina 2008, ao som de ACDC para mostrar nosso gosto apurado para música. Divirta-se.
Vocês podem achar estranho eu estar publicando umas história dessas aqui mas essa foi uma das coisas mais interessantes e bonitas que já encontrei na internet. Conheçam a história de Kenadie…
Kenadie Jourdin-Bromley nasceu em 13 de fevereiro de 2003. No momento do seu nascimento, ela pesava pouco menos de 1 kg e os médicos não tinham esperanças de que ela sobreviveria. Mas ela sobreviveu. No começo os especialistas não sabiam diagnosticar qual era a sua doença, mas aos 8 meses seus pais descobriram que ela sofria de “Primordial Dwarfism”, uma espécie rara de mutação que atinge menos de 100 pessoas em todo o mundo. Pessoas com essa mutação não atingem mais do que 75 cm de altura e tem um peso por volta de 3 kg.
Tudo começou quando um cidadão de Utah chamado Mark Easton fez uma reclamação na prefeitura local referente a casa do seu vizinho. Segundo ele, a casa não estava de acordo com a norma de construção e estava 50 cm mais alta e isso obstruía a visão das montanhas.
O prefeitura ordenou então que o vizinho corrigisse a construção, 50 cm mais baixa.
Meses depois a prefeitura recebeu outra queixa de Mark Easton reclamando que, ao reconstruir, o vizinho havia colocado novas janelas que ele realmente não apreciava. O pessoal da prefeitura resolveu averiguar e as fotos você vê abaixo…
Após uma breve pausa por causa das festas de fim de ano e “férias” que eu dei para a equipe, hoje estamos de volta com a Jones’s Reviews, sessão essa que tem como objetivo expressar a opinião de pessoas comuns em relação as baladas curitibanas. Por enquanto as opiniões são somente de homens, mas um dos planos deste Blog para 2008 é aumentar e incentivar a participação do público feminino. Fiquem ligados.
Dessa vez, este que vos escreve, Sir Bira “The Fucking” Jones, compareceu em mais uma balada e com muita sorte não contraiu nenhuma doença venérea e está em boas condições de saúde para fazer mais esta avaliação. A Jones’s Review Crew fez uma paralisação reivindicando melhores condições e melhores baladas. Com isso me deixaram na mão para ir em uma balada que possui um alto risco de sair agarrado com corpos estranhos. De qualquer forma, todo risco é calculado e para diminuí-lo, contei com a ajuda de um amigo de longa data que infelizmente é analfabeto, então por isso não poderemos contar com a sua opinião.
A bola da vez é o Rancho Brasil, umas das casas noturnas remanescentes da onda country que assolou Curitiba entre 98 e 2002, ou 2003 eu acho. Nessa época muitas casas surgiram e algumas permanecem até hoje pois praticam uma política de preços voltada para o povão ao contrário das outras que optaram por ter uma estratégia estúpida de atingir as classes mais altas, e pagaram um preço alto por isso, pois a modinha atingia o povão. Hoje o Rancho Brasil é uma das maiores casas country do sul do País, mas tamanho não é documento. A casa é uma bosta. Teve a sua época de ouro quando o country ainda era novidade. Hoje, a coisa está feia.
A entrada tem um preço que eu considero alto se levarmos em conta o que se encontra lá dentro, mas 15 mangos é bem acessível para o público alvo. E se você chegar até as 23 horas não paga entrada. Imaginem a briga que não é pra entrar nesse horário.
Acredito que uns 30 ou 40 mangos é o suficiente pra sair de lá bêbado e agarrado com uma perversa. O valor cobrado pela lata de cerveja é 2,50 e esse é o diferencial dessa balada. Aquele estagiário que ganha pouco pode encher a cara e para completar, tem a oportunidade de conhecer uma cambada de mulher. É apontar o dedo de correr pro abraço. Eu que sou ex-estagiário, aproveitei um monte.
Pelo preço cobrado na entrada vocês já devem imaginar que a galera que vai nesse estabelecimento não é a nata de Curitiba, mas também não posso exagerar dizendo que são os menos afortunados. Estão no meio, um pouco abaixo da classe média. Para as mulheres é uma boa oportunidade de conhecer cobradores de ônibus, taxistas (esses tem carro), estagiários, mestres de obra e seus funcionários etc. Esses são a maioria, mas é possível encontrar algum louco perdido lá no meio afim de mulher fácil. E pode acreditar, todos pensam isso.
Galera animada. Imagine esse lugar sem ventilação.
Tem uma coisa que meus amigos sempre dizem a respeito do Rancho Brasil: “Vamos lá que tem mulher fácil”. Eu discordo. Elas não são fáceis, só não são exigentes. Um simples “Oh lá em casa” ou “Eita potranca” é mais do que suficiente para impressioná-las. Batata. Não tem como sair de lá sozinho. Se pagar uma cerveja então é capaz de sair com um cardume de mulher. Sacaram né?
Como eu já disse anteriormente, a cerveja tem um preço bem razoável se comparada com outras baladas curitibanas. Essa combinação de cerveja gelada e preço baixo envolve um alto risco. A galera bebe sem parar e alguns exageram. Com isso pensam que são os melhores e no fim das contas quem paga por isso é você que não fez nada de errado. Fique sempre atento. Por isso vejo a necessidade de não ir lá sozinho. Se beber umas a mais, não seja otário de sair intimando todo mundo. Aliás, não faça isso em nenhuma balada.
Recentemente a casa passou por uma reforma e ficou um pouco mais apresentável, mas os banheiros continuam a mesma merda fedida de sempre. Porra, a pior coisa em uma balada é chegar no banheiro e ter que pedir um bote pra entrar! Fico imaginando como a mulherada faz pra dar uma desaguada.
Se for no verão prepare-se para passar calor, no inverno e em qualquer outra estação também. O lugar é abafado e pouco ventilado. Tem uns ventiladores de teto que ficam circulando aquela mesma merda de ar viciado. Isso incomoda. Os bares estão sempre lotados mas tem o diferencial das mulherzinhas que andam com baldes de cerveja. Então não é tão difícil de conseguir uma.
O estilo de música é o sertenejo, country, gauchesco. Sempre tem banda ao vivo e posso dizer que as vezes é animado.
Essa é a única coisa que vale a pena na banda.
Mas se você está desacreditado e está achando que eu exagerei, veja a galeria de fotos do site do Rancho. Quem encontrar a mulher barbada ganha um prêmio.
Avaliação Final:
Custos da balada: Neutro - 15 mangos de entrada para homens e 10 para as mulheres, sendo que se você tiver um convite não paga nada até as 23:00. O estacionamento custa 5 mangos. Acredito que com 50 dá pra sair bonito de lá.
Cerveja: Aprovada - não posso reclamar. Sempre bem gelada e com o preço justo de 2,50.
Condições dos banheiros: Reprovado - putz, prefiro nem comentar.
Nota final: 1 - significa que essa balada pode ser considerada como última opção. Se a grana estiver curta ou não existir outro lugar para ir, então o Rancho Brasil deve ser a sua opção.
Gostei das dicas apesar de não servirem tanto para mim!!
mais gostaria de saber como faço para dar o fora sem parecer metida ou tirada… Sabe esses caras que chegam jah qrendo te beijar… e quando vc fala que não ele fica enchendo o saco…
E quando vc tá passando eles pucham pelo braço, o q fazer???
Bjuuu!! Responde aew por favor
Cara Camila, fiquei sensibilizado com esse dilema que aflige a sua cabecinha e por isso resolvi responder a sua cartinha pergunta. Na verdade, vou responder para inaugurar a categoria Bira Jones Responde, categoria essa dedicada a você leitor assíduo do Sir Bira T.F. Jones. Gostaria de adicionar que as mulheres tem prioridade nessa categoria pelos seguintes motivos:
Por que são mulheres;
Essas dúvidas podem ajudar nós homens conquistadores a entendê-las melhor;
Respondendo talvez eu consiga algum esquema.
Agora chega de enrolação e vamos ao que interessa: o problema da Camila em chegar nos homens cortar os homens. Segundo ela, a sua dificuldade está em dar fora nos caras sem parecer metida. Bom, eu não sei como é cortar um homem, mas já levei vários cortes de mulher e ainda levo e por isso digo que existem diferentes tipos de cortes para diferentes tipos de caras. Basta você identificar o perfil do bacana e passar a foice. Vejamos: você comentou que tem aqueles caras que pegam no braço e tentam beijar a força. Esses são pedreiros e não merecem a sua misericórdia. Foice nos caras, sem dó. Na boa, esse tipo de cara não está afim de você, mas está afim de arranjar um buraco para… você entendeu onde quero chegar, o esquema deles é bimbada no fim da noite. Portanto, não se preocupe com o pedreiro. Como eu disse, você tem que fazer o cara arremeter porque se ele tentar aterrissar vai dar merda. É claro que dependendo do lugar que você for, a quantidade de foras costuma ser proporcional ao valor da entrada para homens sendo: entrada bartata=alto nível de pedreiros, portanto muitos cortes e você não vai curtir nada na balada. Acho que ficou claro né? Não se preocupe em parecer metida para esses manés.
Também existe outros tipos de homens na balada portanto observe a seguinte situação: o cara é bem educado, boa pinta e possui uma abordagem digna de uma Lord, como eu, mas mesmo assim o bacana não te agrada. Nesse caso, não é necessário utilizar a foice pois esses caras sabem lidar bem com a rejeição. Você pode dizer que está interessada em outra pessoa e tudo bem. Mas, como o cara é educado, pode lhe servir de boa companhia enquanto não aparece o seu príncipe encantado ou, pode servir para aquela sua amiga encalhada ou ainda, esse mesmo cara, pode ter mais amigos e quem sabe um deles possa ser o seu príncipe encantado. Nesse caso você não vai parecer metida e de quebra arranja uns amigos.
Acredito que uma mulher deve sofrer mais na balada do que homem mas para que isso não continue, está na hora de vocês mulheres partirem pra guerra. Não fiquem mais esperando o homem fazer a abordagem. O melhor que vocês tem a fazer é atacar. Fazendo isso podem ficar com o melhor da balada como eu, por exemplo. Vejo essa atitude crescendo cada vez mais nas mulheres. E não se preocupe em parecer atirada ou vagabunda. Qualquer cara fica surpreso quando uma gatinha o aborda. Nós adoramos isso. Fique traquila.
Para você que também tem dúvidas e precisa de um auxílio deste que vos escreve, utilize o formulário de contato e envie as suas perguntas. Gostaria de lembrar que as mulheres tem prioridade.
Camila, não precisa agradecer. Eu sei que você será eternamente grata. Também sei que esse artigo mudará a sua vida mas, seria de bom grado se enviasse uma garrafa de Red Label como forma de agradecimento.
Superar a traição pode se tornar uma tarefa muito difícil, ainda mais quando o assunto é homem traído (corno). Por que? Vejamos: quando o homem trai, ele é macho e viril no melhor estilo comedor da paróquia. No entanto, a mulher traída é a vítima de toda a situação, a coitadinha que agora vai ter que superar todo esse trauma. Porém, quando a mulher trai, a coisa muda de figura. O homem vira o corno e a mulher, a puta sem vergonha. Bom, foda-se, não quero entrar nessa questão. O que interessa é como você corno vai fazer pra superar isso.
Acredite, isso é normal e acontece. Paciência.
Acredite parceiro. Segundo estatísticas do Bira Jones Institute, 100% dos homens tem probabilidade de se tornar córnos durante a sua vida, exceto Padres. O que importa agora é superar isso que aconteceu e para tanto, você precisa entender toda a situação.
Analise com calma tudo o que acontecia entre vocês nos últimos tempos que viviam juntos. Mulheres reclamam muito! Fala pra caralho, mas as vezes não falam o que é realmente importante e quando elas param de falar, a merda já está feita. Cada caso é um caso e só você pode identificar onde estava o problema na relação. Discutir relação é uma merda, mas é necessário. São nessas conversas que você pode pegar alguma coisa no ar. Mas nem toda mulher é perversa. Algumas terminam antes de deixá-lo como corno. Nesse caso, tudo beleza. Fique tranquilo que pode rolar aquela amiga dela que sempre te dá moral.
Já começou a pensar merda!
Coração??? Pinto pequeno??? Porra cara, vire viado de uma vez. Que merda de pensamento é esse? Nem tudo é culpa do seu pinto ou do seu desempenho da cama. Se você pensa isso, seu problema é outro: você não conhece mulher. Mulher não pensa só em sexo e caralho grande. Tá bom, mulher pensa nisso sim mas mulher também pensa em outras coisas que considero gay e não vou comentar, mas são importantes para elas.
Nesse momento você deve mudar o seu foco para melhorar o entendimento. O problema pode não ser você, mas sim ela. Tente enxergar o problema de uma maneira diferente. O importante é não se sentir culpado. Não existe culpa. Quero dizer, você nunca é culpado e ela sim.
Em uma relação tudo pode acontecer e tanto você como ela estão sujeitos aos problemas que um relacionamento enfrenta. A grande questão é que agora você é um corno e a sociedade vai curtir de você (principalmente os amigos). Aguente firme.
Opa, nem tudo ta na merda né!
Bacana, agora é a hora. Traição deve ser interpretada como fim de namoro. Se você não interpreta assim, então desde já acostume-se com a alcunha de corno manso. O lema é o seguinte: se ela pode, você também pode, em dobro. Você tem a carta branca. GUERRA!
Lembra daquela amiguinha da sua namorada que sempre te dá moral? Então, agora é hora de atacar. Não deu certo? Nem esquente. Agora ela já sabe que você está solteiro. Fique tranquilo que mulher também ataca. Seja otimista. Liberdade!
Você não é o único.
Se isso aconteceu com você, pode ter certeza que já aconteceu com outra pessoa, inclusive aquele seu amigo mala que se acha o gostosão. E se você descobrir isso, cumpra o seu papel na sociedade e tire sarro do cara. Isso vai te fazer tão bem que você vai esquecer que é corno.
Te amo pai? Foi isso mesmo que eu escutei? Depois de uma cagada dessas o mínimo que o mané deveria fazer era enforcar o pai dele de uma vez. Puta cagada.
PS: Me digam o que é aquele cuzão acendendo um isqueiro dentro de um carro que acabou de capotar? Tem gente que brinca com fogo mesmo.